Notas: São Paulo 0 x 0 Juventude | 14ª rodada – Brasileirão 2022

 
Imagem: Divulgação | Instagram Maurício Rummens

O São Paulo recebeu o Juventude no Morumbi, pela décima quarta rodada do Brasileirão. Time totalmente apagado, principalmente nos primeiros vinte minutos. A lesão do Arboleda forçou o técnico Rogério Ceni a voltar para o esquema com dois zagueiros, no entanto, na primeira parte do jogo o time manteve as boas atuações defensivas. Apesar da defesa ter se saído muito bem, o jogo em si foi muito abaixo do esperado, fora do comum realmente, se parar para analisar outros tentos iniciais de partidas anteriores, onde o São Paulo impôs seu jogo. Foram três finalizações a gol dentre muitas tentativas, mas, nenhuma efetiva. Logo aos dois minutos o Jandrei tomou um susto com um chute de fora da área do time adversário. Logo em seguida o Luciano acordou o ataque Tricolor e chutou ao gol, no mais, a mesma irregularidade. Destaque para o xerife Miranda.

PRESSÃO NO SEGUNDO TEMPO

O segundo tempo iniciou com uma maior pressão Tricolor, que não deixou o time do Juventude jogar. No entanto, essa posse de bola ofensiva não surtiu tanto efeito, o último passe não encaixava. Apesar de ter entrando logo no início da segunda etapa o Calleri mal pegou na bola, aliás, ele precisa de apenas um toque para fazer o gol, o que não aconteceu. Todavia, o maior destaque para o segundo tempo foi a defesa que não sofreu maiores desgastes e pior momento dentro da partida foi quando o Calleri escora a bola na pequena área, ela sobra pro Miranda que sozinho chuta para fora. Mais um empate, segundo em casa no campeonato, resultado péssimo, contra um time ruim, para um clube que deseja alcançar uma vaga na libertadores 2023.

NOTAS

Jandrei – Não foi acionado. Único comentário é sobre as assustadoras saídas de bola que hoje não prejudicasse. Nota 5.5

Rafinha – Foi bem. Ao contrário do que se esperava atuou como um terceiro zagueiro pelo lado direito. Alguns erros, mas, não prejudicou. Nota 6.0

Miranda – O monstro da zaga. Foi muito bem nas coberturas, quando o adversário tentou. Perdeu um gol feito, mas não comprometeu. Nota 7.5

Léo – Atuou mais no apoio ofensivo do que defensivamente. Parece até estar jogando na lateral, pelo volume ofensivo. Nota 6.0

Wellington – Defensivamente não teve trabalho. Ofensivamente faltou mais precisão nos cruzamentos. Nota 5.5

Pablo Maia – Foi bem. Se manteve firme e bem postado, ate armou algumas jogadas. Nota 6.0

Igor Gomes – O jogador que faz o trabalho sujo, mas, não precisou fazer este papel. Precisa evoluir, trabalhar mais a construção das jogadas. Nota 6.0

Patrick – Ao contrário das ultimas duas partidas, na de atuação hoje foi apagada, talvez a dobradinha com o Reinaldo dê mais certo, saiu para entrada do Nestor. Nota 5.0

Rigoni – Se esforçou, correu marcou, porém, não marca o tão esperado gol. Ficou bem posicionado e nos escanteios formulou bem o que foi proposto. Nota 6.0

Eder – Jogo apagado, não fez nem fumaça. Teve duas tentativas de cabeça, mas, não marcou. Saiu no intervalo para entrada do Calleri. Nota 4.0

Luciano – Mais uma partida em branco do atacante. Não lutou, falta raça, briga o tempo todo, no entanto, falta precisão nos cantos e parar de ser fominha, precisa tocar mais a bola. Nota 5.5

OS QUE ENTRARAM

Calleri – A bola não chega nele e quando chega é uma pedra. Como de costume, brigou bastante no ataque, não joga sozinha. Nota 6.5

Nestor – Sua posição em campo é uma incógnita. As vezes está como meia, e em outras como centroavante, erra chutes e passos. Nota 5.0

Diego Costa – Entrou no lugar do Rafinha que saiu cansado. Como vem atuando bem, já entrou seguro, não perdeu nenhuma dividida (foram poucas). Nota 6.0

André Anderson – Entrou, no entanto, não fez nenhuma diferença no jogo, apesar do pouco tempo em campo, se espera mais do jogador. Nota 4.0

Rogério Ceni – Nem sempre a culpa é do técnico. Não colocou o melhor time, é verdade, mas, para prevenir possíveis lesões, usou um time alternativo. As alterações no intervalo deram mais intensidade do time que precisa urgentemente de um meia na criação das jogadas. A nota hoje é mais pelo resultado do que pelo desempenho. Nota 6.0

BOLAS CHEIAS

Miranda – Apesar de ter perdido um gol feito, mostrou estar em forma e preparado para retomar a titularidade, o nosso xerife.

Torcida – Mais de 20 mil torcedores, numa noite fria, acompanharam um futebol morno. Aliás, acompanharam, apoiaram e vibraram. As vaias foram um gesto de indignação. No próximo jogo estaremos novamente lotando estádio.

Imagem: Divulgação | Instagram Maurício Rummens
BOLAS MURCHAS

Empate – Placar amargo para um time que foi superior nos 2 tempos do jogo. Este empate sai com um gosto amargo.

Arbitragem – Não interferiu no resultado, porém, marcou faltas bobas e/ou inexistentes. Enfim, o nível da arbitragem brasileira não permite vislumbrar algo mais prospero neste sentido.

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Nenê Lopes

26 anos, estudante de comunicação social hab. Rádio e TV, apaixonado pelo São Paulo FC, baiano "retado". Ex colaborador da página spfc mil grau e design gráfico.

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