3 cores em mistério

Mistérios em 3 cores

As coisas vem se estranhando.
Vamos destrinchar os mistérios, jogo a jogo.

Chegamos ao jogo do Corinthians e jogamos mal; melhor dizendo, eles, jogadores, atuaram de forma pífia.
Copa do Brasil em Porto Alegre, jogou-se melhor do que o Grêmio, perdeu-se gols e acabou o placar mostrando 0x1. O Flu foi vencido e voltamos a Copa do Brasil novamente contra o Grêmio. Renato armou a ultra retranca anti-jogo e fomos eliminados. Ressaca braba!
Dor de cabeça clubística!

Voltam-se as fichas para a aposta única: o Campeonato Brasileiro.
E nesse ínterim, o time fica sem Luciano. Para agravar, sem o mega- cabeça de área, Luan, também sem Arboleda e Juanfran.
A crônica de uma morte anunciada, se estabeleceu com as mal feitas substituições dos ausentes.
Igor Vinícius na lateral, demonstrou que tem potencial, só potencial… futebol que é bom chega quase a zero, mesmo porque, tínhamos um lateral no sub 20, chamado Caio, que é muito melhor, o certo teria sido fixar Tchê Tchê na lateral.
Diego Costa como zagueiro naufragou em berço esplêndido, teria sido muito melhor ter colocado Léo na zaga e Diego como volante (posição de origem).
Foram 4 posições, 4 erros de escalação, erro de Diniz, em uma falha de análise somada a marcação alta do Red Bull. Para melhorar o “teatro do absurdo”, tivemos a pantomima Diniz-Tchê Tchê, seria cômico, se não fosse trágico.

Na rodada seguinte, jogo contra o time de reservas dos reservas do Santos, e no jogo para dizer, “olha o que aconteceu foi um acidente”, mostramos que algo estava errado. Cuca imitou Renato e repetiu uma retranca, o time empacou na falta gritante de criatividade para furar esse ferrolho, mais uma falha coletiva, começando no erro de saída de bola de Daniel, no pé mole de Luan e na falha de Volpi, que ainda está ajoelhado até agora no gramado do Morumbi, isso tudo aos olhos do novo coordenador de futebol, Muricy.

Fora dos gramados, estamos ainda na primeira quinzena da nova gestão, achincalhar porquê mudou a área de comunicação e porque tem o tal diretor Belmonte, aí uma boa parte começa a execrar a gestão pelos nomes novos ou pelos que saíram não dá, né? Entre os dois candidatos, não havia dúvidas para quem torcer. Só que eu ou você aí do outro lado, colocaríamos gente de nossa confiança, não importando quão bons eram os que estavam, assim, é no mundo empresarial.

Quinze dias e tem torcedor dizendo que o atual mandatário parece o anterior. Aff!!!
Tudo que a grande parte da mídia anti-São Paulo quer, justo ela que fez um carnaval com a pantomima do jogo em Bragança, desencadeando o histórico de Diniz com seus ex-jogadores, a que ponto essa mídia decadente chega!

Para piorar, começam versões levantadas e minimamente explicitadas a respeito de comportamentos de jogadores. Todos sabemos que Arboleda não tem jeito, foi flagrado em uma noitada, mas, Arboleda hoje, é melhor que Léo e Diego. É um caso de “coleira com enforcador e um bom adestrador”. Não falta gente para isso, antiga como Raí e novas como Muricy, Chapecó e Belmonte. Para isso os remunerados são pagos e os diretores-conselheiros são empossados, e eles, Raí e Muricy servem para dar uma de bombeiros e apagar esse fogo e outras fagulhas que tenham iniciado no elenco.

Chegamos a um ponto decisivo: as duas próximas partidas, essenciais para o fim desejado neste campeonato. Temos uma semana livre antes do próximo, o que serve para Diniz corrigir erros e buscar soluções para as dificuldades passadas, em termos de tática e de alternativas de jogadores.
O próximo é o Atlético/PR em Curitiba, um jogo que nunca é fácil, ainda mais em um gramado artificial, diferente do que se joga, e em caso de nova desgraça, uma derrota; ficaremos em igualdade de pontos com o Inter, se triunfarem em sua partida. Chegaremos ao confronto com o próprio Inter no Morumbi, e aí, será matar ou morrer.

Só os Deuses do Futebol sabem o que vai acontecer nessas nove rodadas, e aí não mais haverá mistérios… nem em três cores, nem alvinegros, nem rubro negros, nem colorados, nem alviverdes.

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