Retrospectiva 2019 – Futebol Masculino

(Foto: Marcos Ribolli)

Fala Nação Tricolor, tudo em cima?

2019 foi um ano muito agitado para o time do São Paulo, um ano de altos e baixos (mais baixos do que altos), contratações importantes, muitas trocas de técnicos, vexames. Não muito diferente do que tem sido os últimos anos do Tricolor. Hoje, nessa retrospectiva de 2019, vamos ver o que de melhor e pior aconteceu durante a temporada. 

PRÉ TEMPORADA E REFORÇOS (Parte 1)

No ano passado quando Aguirre foi demitido, André Jardine ficou como interino no seu lugar, sendo efetivado pouco tempo depois, mesmo antes de mostrar alguma coisa. Mesmo não apresentando um bom resultado no final de 2018, ficando fora da fase de grupos da Libertadores, tinha esperança que Jardine com uma pré-temporada e grandes reforços pudesse fazer um trabalho, no mínimo bom. Chegaram durante as férias, Igor Vinícius, Léo, Pablo, Volpi, Hernanes, Biro Biro e William Farias. Com esses reforços e a manutenção do elenco do ano anterior, o time viajou para os EUA para a disputa da Flórida Cup. O Tricolor jogou dois  jogos e acabou perdendo os dois, primeiro 2×1 contra o Eintratch Frankfurt e depois um 4×2 contra o Ajax. Além de colocar uma pressão maior em Jardine pelas duas derrotas, a disputa do torneio também atrapalhou o time na preparação física para o restante da temporada, já que houve viagens longas e alguns dias sem treinamento.

PRÉ LIBERTADORES

Aqui tivemos nosso primeiro grande vexame no ano. Depois de disputar cinco jogos no Paulista, o São Paulo entrou em campo contra o Talleres em Córdoba para tentar chegar a fase de grupos e evitar um vexame. Com apenas um jogo como titular até então, Hernanes era a principal esperança para o time. Com a entrada do Profeta, Nenê foi deslocado para a ponta direita no lugar de Helinho. O São Paulo até começou bem o jogo, criou chances, quase abrindo o placar com Nenê em um chute travado. Mas ao decorrer da partida o físico foi caindo, principalmente no segundo tempo, então o Talleres fez 1×0, o São Paulo quase empatou em seguida com Pablo que chutou a bola no pé da Trave. Faltando cinco minutos para acabar o jogo, o Talleres ampliou a vantagem deixando o São Paulo em uma situação complicada para o jogo da volta.

Com a promoção de Antony para o profissional após a Copa São Paulo e os retornos de Igor Gomes, Luan e Toró da seleção sub 20, era esperado que Jardine mudasse totalmente o time para o jogo da volta, para pelo menos tentar incomodar o time do Talleres. Ele realmente mudou, mas não com esses jogadores. Ele tirou Nenê e colocou Helinho colocando Diego Souza como meia, no lugar de Hudson que tinha sido expulso na ida Hernanes atuou como segundo volante e William Farias entrou no lugar de Jucilei.

O resultado foi bem diferente do esperado, o São Paulo praticamente não incomodou o time Argentino, tendo apenas uma chance clara no primeiro tempo, em uma cabeçada de Diego Souza que estava sozinho e mandou para fora. No segundo tempo, a situação não mudou, um time completamente desajeitado e sem padrão, totalmente espaçado, o São Paulo praticamente não acertou o gol do Talleres, até chegou a balançar a rede, é verdade, mas o gol foi anulado por impedimento de Nenê que tinha entrado durante o segundo tempo. 0x0 foi o resultado do jogo, e como consequência, a eliminação veio e o primeiro vexame da temporada estava feito. A eliminação resultou na demissão de André Jardine.

PAULISTA

O São Paulo começou bem o campeonato Paulista ganhando os dois primeiros jogos, estreou contra o Mirassol no Pacaembu e ganhou de virada por 4×1, depois ganhou do Novorizontino em Novo Horizonte por 3×0. Mas depois desses jogos as coisas começaram a desandar, Jardine encarou seu primeiro e último clássico como técnico do São Paulo, contra o Santos de novo no Pacaembu, mas agora com mando do rival. O Santos do então recém-chegado Jorge Sampaoli deu uma aula de futebol para o São Paulo, ficando clara a diferença entre os técnicos, o peixe acabou vencendo por 2×0.

Na partida seguinte contra o Guarani também no Pacaembu, mas com mando de campo Tricolor, outra derrota agora por 1×0 para o Bugre, a partida marcou a reestreia de Hernanes que saiu do banco, mas nada fez. Então veio a última partida antes da Pré Libertadores, o jogo contra o São Bento de novo no Pacaembu, os reservas do São Paulo ganharam por 1×0 com gol de Hernanes que começou jogando para ganhar ritmo. A partida contra a Ponte Preta foi entre os jogos contra o Talleres, novamente com os reservas o São Paulo perdeu para a Macaca por 1×0 no Moisés Lucarelli, essa foi a última partida de Jardine no Paulistão.

Após a demissão de André Jardine, Cuca foi contratado, mas só podendo comandar o time a partir de abril por restrições médicas, o então coordenador técnico Wagner Mancini, que falou que não seria técnico em hipótese alguma assumiu o time interinamente. Faltando 6 jogos para o fim da fase de grupos, ou seja metade dos jogos, o novo comandante Tricolor perdeu Hernanes machucado e conseguiu apenas uma vitória em cima do Bragantino por 2×0 em Bragança, ainda perdeu os clássicos para o Corinthians por 1×0 em Itaquera e pro Palmeiras também por 1×0 no Pacaembu com mando Tricolor, lembrando que o São Paulo disputou apenas um jogo no Morumbi na fase de grupos devido a reformas no estádio, classificou o time para o mata mata na bacia das almas com um empate com o São Caetano que acabou rebaixado no Anacleto Campanella. O Tricolor se classificou em segundo ficando atrás do Ituano.

O mata mata chegou e a chave do São Paulo virou, Mancini decidiu mudar muita coisa no time e para a partida de ida das Quartas contra o Ituano no Morumbi colocou Igor Gomes, Antony, Luan e Liziero como titulares. O resultado: vitória do São Paulo por 2×1 com dois gols de Igor Gomes e a melhor atuação do time no ano até então. Na partida de volta em Itu, outra vitória Tricolor com uma marca de Cotia, foi a vez de Liziero marcar o gol da vitória e selar a classificação. Mancini ainda comandou o time na partida de ida das semifinais no Morumbi no clássico contra o Palmeiras, o jogo acabou 0x0 e o São Paulo perdeu Pablo machucado, que voltaria só após a Copa América.

Na volta jogando no Allianz parque, Cuca estreou como treinador do São Paulo. O jogo teve outro empate por 0x0, foi uma partida bem disputada com ótimas chances e um gol anulado para cada lado. Com o novo empate a partida foi para os pênaltis, Tiago Volpi que finalmente se firmava na meta Tricolor pegou duas cobranças, uma de Ricardo Goulart e outra de Zé Raphael e classificou o time para as finais do Paulistão, coisa que não acontecia há muitos anos.

No primeiro jogo da final disputado no Morumbi, Cuca decidiu não mexer no time, os garotos continuaram como titulares, a novidade foi por conta de Hernanes que retornara de lesão e ficou como opção no banco de reservas. O São Paulo dominou praticamente o jogo todo, porém no primeiro tempo não houve chances claras, mas no segundo tempo com a entrada de Hernanes o time melhorou e as duas melhores chances do jogo vieram com o próprio profeta. Na primeira Cássio fez bela defesa e na outra a bola passou raspando sobre o travessão, Luan ainda quase marcou em um chute desviado, mas o placar não saiu do 0.

Na volta, praticamente o mesmo time só Jucilei que entrou, mas dessa vez quem foi melhor foi o Corinthians, que abriu o placar aos 30’ do primeiro tempo com Danilo Avelar, logo em seguida Fagner quase fez o segundo, mas Volpi fez bela defesa, na única chance do São Paulo no primeiro tempo praticamente já aos 45’, Antony aproveitou a sobra e empatou o jogo. Com o empate no final a esperança era que o São Paulo voltasse melhor para o segundo tempo, ainda mais com a entrada de Hernanes que ficou como um falso 9, mas nada disso aconteceu, o jogo permaneceu na mesma, com o Corinthians tomando a iniciativa, a melhor chance do segundo tempo veio com Léo, que entrara no lugar de Jucilei, ele chutou para fora com perigo. Com duas substituições feitas, Cuca passou por um problema, Luan e Everton sentiram, mas o treinador só poderia tirar um, Cuca optou por tirar Everton colocando William Farias em seu lugar. Com praticamente um a menos o São Paulo ficou um pouco exposto, e em um vacilo de Arboleda que não soube fazer a linha de impedimento, Sornoza deixou Love na cara do gol para fazer 2×1 aos 45’ do segundo tempo. 

BRASILEIRO PRÉ COPA AMÉRICA E REFORÇOS (PARTE 2)

Durante as fases finais do Paulistão, o São Paulo anunciou três reforços de peso para a disputa do campeonato brasileiro. Alexandre Pato, Tchê Tchê e Vitor Bueno foram contratados para reforçar a equipe que agora seria oficialmente comandada por Cuca. O São Paulo estreou no Brasileirão jogando em casa diante do Botafogo, a vitória veio com um placar de 2×0 com gols de Everton e Hudson, no final do jogo Cuca decidiu dar chance a um outro garoto de Cotia, Toró entrou em campo estreando pelo Tricolor, ele teve pouco tempo em campo, mas de cara agradou. Agradou tanto que na partida seguinte contra o Goiás, Cuca decidiu colocá-lo de titular, o São Paulo abriu o placar com Alexandre Pato e depois o próprio Toró com um golaço ampliou e o Tricolor acabou ganhando por 2×1.

Mas depois desse jogo as coisas começaram a desandar, o time ganhou um dos sete jogos seguintes até a parada para a Copa América. Vitória contra o Fortaleza de Rogério Ceni, um jogo marcado por uma bela homenagem de ambas as torcidas para o ex goleiro, o gol da vitória por 1×0 foi marcado por Hernanes. É verdade que nesses sete jogos o São Paulo também perdeu apenas um, mas foi justamente o mais importante, o Majestoso disputado em Itaquera e vencido pelo Corinthians por 1×0, o Tricolor ainda empatou cinco vezes nos 9 jogos antes da parada, terminando o brasileiro Pré Copa América com 3v, 5e, 1d.

COPA DO BRASIL

Antes da parada para a Copa América e no meio da disputa do Brasileirão, o São Paulo ainda teve a Copa do Brasil, e já que o time tinha disputado a Libertadores, entrou apenas nas oitavas. O adversário sorteado para enfrentar o Tricolor foi outro Tricolor, o Baiano. O primeiro jogo foi disputado no Morumbi, e curiosamente o último jogo de ambas as equipes tinha sido um São Paulo x Bahia também no Morumbi no domingo anterior, aquele jogo terminou 0x0. O placar do jogo da Copa do Brasil foi diferente, o Bahia ganhou por 1×0 e levou uma bela vantagem para a Fonte Nova. Na partida do Morumbi o São Paulo perdeu três chances claras com Pato, mas ficou nisso.

Cuca fez mudanças e o time até começou bem o jogo da volta, Helinho que era novidade no time, mandou uma bomba na trave logo no começo do jogo, mas depois não houve nenhuma chance real de gol. O São Paulo voltou para o segundo tempo mais organizado e chegando mais forte ao gol do Bahia, mas em um belo contra-ataque, o Tricolor de aço abriu o placar e jogou um balde de água fria nos planos do São Paulo que não conseguiu reagir. O resultado foi mais uma eliminação inesperada e mais um fracasso na temporada. 

BRASILEIRO PÓS COPA AMÉRICA E REFORÇOS (PARTE 3)

Durante a parada, o São Paulo anunciou apenas um reforço, Raniel foi o nome da vez, Cuca havia pedido um centroavante devido à escassez do time na posição, Pablo estava machucado, Diego Souza tinha ido para o Botafogo e Gonzalo Carneiro havia sido suspenso por um caso de Doping. Cuca ainda liberou três jogadores da equipe para poderem negociar com outros times, Nenê que foi para o Fluminense, Bruno Peres que acabou no Sport e Jucilei que não achou nenhum clube e ficou afastado.

O primeiro jogo após a Copa América foi um clássico Choque-Rei disputado no Morumbi. Contando com os retornos de Pablo e Hernanes o São Paulo foi a campo completo. Pablo inclusive abriu o Placar para o Tricolor marcando seu primeiro gol no Morumbi. Mas ele caiu muito feio em uma disputa de bola com o Zagueiro do Palmeiras e teve que ser substituído durante o intervalo, Raniel então fez sua estreia como jogador do São Paulo, e em seu primeiro lance quase ampliou o Placar ficando cara a cara com Weverton, mas o goleiro defendeu. Depois disso só deu Palmeiras com Volpi salvando em alguns lances, mas ele acabou falhando no gol de empate de Dudu.

Após esse jogo as coisas começaram a mudar para o Tricolor, o time encaixou cinco vitórias consecutivas e ainda no meio desses jogos contratou os dois reforços mais badalados da temporada, os laterais direito Daniel Alves e Juanfran. Ambos assistiram das tribunas do Morumbi a vitória sobre o então líder Santos por 3×2 com Alexandre Pato marcando dois gols e tendo sua melhor atuação desde que tinha retornado ao São Paulo e Hernanes e o próprio Pato saindo machucados do jogo. Daniel e Juanfran estrearam no jogo seguinte contra o Ceará também no Morumbi, e foi justamente Daniel Alves que atuou de meia vestindo a camisa 10 que marcou o gol da vitória diante de mais de 40 mil pessoas. O São Paulo ainda ganhou do Athletico paranaense na Arena da Baixada por 1×0 com gol de Vitor Bueno e fechou a sequência de cinco vitórias.

Mas depois dessas vitórias, maus resultados começaram a aparecer, o São Paulo ficou quatro jogos sem vencer, os últimos jogos do turno. Perdeu para o Vasco no Rio, empatou com o misto do Grêmio no Morumbi e perdeu para os reservas do Inter em Porto Alegre. Já no jogo que fechou o turno contra o CSA dentro do Morumbi, um jogo para acabar com a má fase, com os retornos de Pato, Pablo e Hernanes, o São Paulo ainda assim conseguiu apenas empatar. O CSA saiu na frente e Reinaldo empatou o jogo já depois dos 40’ do segundo tempo.

O São Paulo abriu o returno contra o Botafogo agora no Rio, a vitória veio, mas veio na bacia das almas com um gol sofrido de Pablo nos acréscimos e mais uma vez o Tricolor não fazia uma grande apresentação. Na partida seguinte contra o Goiás no Morumbi, mais uma derrota, a primeira dentro de casa no campeonato com direito a pênalti perdido por Reinaldo. No dia seguinte após a derrota, Cuca decidiu pedir demissão já que viu que não poderia fazer nada mais com a equipe, lembrando que durante o jogo contra o Goiás, o São Paulo jogou 36 bolas na área.

Ainda na quinta feira, mesmo dia do pedido de demissão de Cuca, o São Paulo anunciou seu novo treinador, já perto da 00h00 Fernando Diniz foi anunciado como o novo comandante do Tricolor. Diniz teve seu primeiro desafio um dia após assumir o comando da equipe, o desafio era justamente contra o Flamengo líder absoluto do campeonato no Maracanã lotado, o jogo tinha tudo para ser um desastre. Mas o São Paulo se portou muito bem em campo, principalmente na defesa e saiu de lá com um 0x0.

A estreia de Fernando Diniz em casa foi contra justamente o Fortaleza de Rogério Ceni. O jogo foi no Pacaembu devido ao show do Iron Maiden no Morumbi. O jogo foi duro, mas o São Paulo saiu com a vitória por 2×1, com gols de Pablo e depois Igor Gomes que ressurgia como opção. Diniz não consegui emplacar uma boa sequência de resultados, tendo um time extremamente o oscilante, depois do jogo do Fortaleza veio mais um empate por 0x0 contra o Bahia e o São Paulo terminou o ano sem fazer um gol no Bahia em quatro jogos. Após o empate veio a principal vitória de Diniz, 1×0 sobre o Corinthians no Morumbi. Uma vitória em que o São Paulo foi dominante 100% do jogo.

Mesmo após a vitória o time continuou oscilante. Perdeu para o Cruzeiro que estava no Z4 na partida seguinte. Depois fez seis pontos em casa contra Avaí e Atlético Mineiro. Depois dessas duas vitórias, o São Paulo tinha seu principal desafio desde o jogo contra o Flamengo, jogar contra o Palmeiras no Allianz Parque, o Palmeiras vinha de maus resultados e era a maior chance de vitória do São Paulo jogando na casa do rival. Mas mais uma vez o Tricolor tomou um gol no começo do jogo e ficou totalmente abalado, perdendo por 3×0.

Depois desse o jogo, o São Paulo foi a Chapecó enfrentar a Chape e conseguiu uma bela vitória por 3×0. Então o Tricolor teria mais dois jogos em sequência no Morumbi, contra o Fluminense que estava no Z4 e Athletico paranaense que não brigava por mais nada, o São Paulo conseguiu perder ambos os jogos e ficar fora do G4. Depois veio o empate com o Santos na Vila por 1×1, Sanchez abriu o placar e Daniel Alves empatou o jogo. Antes do jogo entre Ceará e São Paulo em um domingo, o Flamengo entrou em campo pela final da Libertadores e ganhou a competição abrindo um G6 já que o Athletico paranaense, campeão da Copa do Brasil estava em quinto. Os rivais diretos pelo G6 Inter e Corinthians haviam perdido os seus jogos, uma vitória e o São Paulo ficaria muito perto da vaga direta. E a vitória estava vindo, com um gol de Vitor Bueno, jogador que mais evoluiu sobre o comando de Diniz. Mas aos 50’ do segundo o Ceará empatou o jogo castigando o Tricolor paulista que não quis matar o jogo e impediu o São Paulo de abrir vantagem sobre os rivais.

Uma vitória contra o Vasco na rodada seguinte ainda deixou o Tricolor em boas condições para conseguir se manter no G6, já que o Inter principal concorrente naquele ponto havia tropeçado. Na rodada seguinte o Inter ganhou do Botafogo e o Corinthians perdido para o Atlético mineiro, e o São Paulo iria enfrentar o Grêmio, uma vitória iria garantir o São Paulo na fase de grupos, mas o Grêmio foi totalmente dominante e venceu por 3×0. Na rodada seguinte, o duelo decisivo, São Paulo x Internacional, se o São Paulo ganhasse se garantia na fase de grupos e se o Inter ganhasse iria ultrapassar o Tricolor faltando apenas uma rodada. O São Paulo ganhou por 2×1 com um show de Igor Gomes e Antony.

Na última rodada contra o já rebaixado CSA em Alagoas, o São Paulo que já estava classificado para a fase de grupos da Libertadores, mandou a campo um time formado quase que inteiramente formado pelos meninos de Cotia, apenas Igor Vinícius e Léo, não eram formados na base Tricolor. O São Paulo ganhou por 2×1 com gols de Toró e Igor Vinícius. Igor Gomes foi o capitão do time. Assim o São Paulo encerrou sua temporada em 2019, terminando em 6° lugar no Brasileiro, classificado para a fase de grupos da Libertadores.

UM EXCELENTE 2020 A TODOS VOCÊS LEITORES E QUE NOSSO TRICOLOR TENHA UMA ÓTIMA TEMPORADA!

Gustavo Dervelan (@dervelan_1999)

Gustavo Dervelan

20 anos, Paulistano e são-paulino de berço! Estudante de Jornalismo na Universidade São Judas Tadeu. Apaixonado por esportes Brasil a fora.

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