
O goleiro Volpi fez grandes defesas que seguravam a vitória são-paulina contra o Palmeiras, teve até seu nome cantado pelo torcedor depois de uma das defesas, porém em um lance esquisito, sofreu o empate…
Na saída do gramado, Volpi respondeu para o Premiere: “Estava fazendo um grande jogo, veio uma bola estranha, que na verdade eu nem entendi direito o que aconteceu. Ela bateu na trave, nas minhas costas e entrou. São ossos do ofício. É preciso erguer a cabeça e pensar no próximo jogo”, e sobre a iluminação ser problema, Volpi respondeu: “É melhor não dar desculpas. Foi uma infelicidade”.
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Com a cabeça mais fria, já na zona mista, Volpi voltou a falar: “Nós saímos frustrados pelo empate no final. Eu particularmente pelo gol. Foi um gol muito estranho. A bola é praticamente intreinável (sic). Acaba subindo e atrapalhando um pouco a questão do refletor, mas não posso usar como desculpa. Faz parte. Temos de nos virar e dar nosso jeito. Infelizmente bateu na trave, nas costas e acabou entrando. Não dá para abaixar a cabeça. São ossos do oficio. Acontece. Bola para frente”.
E novamente falou sobre a iluminação: “Treinamos ontem à noite e comentamos sobre isso. Mas fica chato e feio dar desculpa de luz. Por mais que tenha atrapalhado, às vezes pegamos estádios com iluminação que vem na nossa cara. É uma infelicidade. Não vou jogar a responsabilidade para cima da luz. É uma bola estranha, complicada e não treinável (sic). Ela acaba dando nas minhas costas e entrando. Faz parte. Não queria que tivesse acontecido, mas bola para frente. Ainda tem muita coisa. Não posso e não devo me deixar abater por um lance inusitado como esse”.